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domingo, 30 de abril de 2017

Workshop Introdução à Impressão 3D - Coimbra t


Ontem, o desafio às TIC em 3D/Projeto Fab@arts levou-nos ao Festival Nacional de Robótica para partilhar conhecimentos sobre modelação e impressão 3D. O convite partiu da organização do festival, e para nós foi uma boa oportunidade de ficar a conhecer este evento, que reuniu clubes de robótica, universidades e entusiastas em competições de robótica.


Chegados a Coimbra, o primeiro desafio: utilizar a impressora 3D do Centro de Recursos Poeta José Fanha para demonstrar esta tecnologia no espaço da ANPRI, a pedido da presidente da associação. Porque, disse-nos, há aqui muitos visitantes que nunca viram a impressão 3D. Será que os robots Anprino, projeto do qual somos parceiros, reconheceram uma das impressoras que imprimiu as suas peças?


Aproveitámos para uma visita aos espaços do Festival, para ficar a conhecer os projectos desenvolvidos. Aqui, futebol robótico de alta competição.


Testes para provas de robots autónomos.



O FNR'17 também tinha espaços para empresas e instituições ligados à robótica industrial e educativa.


Robots jogadores de futebol para iniciados.


Momento de grande tensão junto à baliza. Será que o adversário irá meter golo?


A impressora 3D Beethefirst do Centro de Recursos. Optámos por esta e não pela Beeinschool para sublinhar a vertente Fab@rts, de impressão 3D acessível na biblioteca da escola, com alunos monitores recrutados no clube de robótica da escola. Mas não temam, que a Beeinschool não ficará esquecida. Para a semana, será a impressora que estará no espaço do Laboratório de Criatividade Digital no E-Tech Portugal, em Setúbal.


À tarde, três horas de partilha sobre modelação e impressão 3D. O workshop tinha 20 participantes inscritos, mas compareceram cerca de doze. Esta fluidez faz parte da dinâmica destes eventos, que não são formais, e têm muita oferta de atividades.


Ao longo da sessão de formação, a impressora 3D esteve a imprimir uma pequena lembrança para os participantes. E ainda conseguimos imprimir um porta-chaves criado por um formando muito especial, um menino de nove anos que seguiu atentamente toda a sessão (notem que somos muito técnicos na nossa abordagem a esta tecnologia).


Formandos atentos e inquiridores na primeira fase da sessão, onde falamos das impressoras em si, do slicing e preparamos uma impressão.


Com a impressora aberta, para mostrar aos participantes o que são os componentes destas máquinas.

Em seguida, fez-se uma introdução ao Tinkercad, utilizando a modelação de um porta-chaves como forma de introduzir o fluxo de trabalho nesta aplicação; explorámos a validação de malha poligonal e correção de erros com o Netfabb e Meshlab; demonstrou-se o uso de Sketchup Make e modelação 3D em tablets com o 3DC.io e o FormIt (o Vysor, a app que espelha android em windows, é a nossa nova melhor amiga). Ainda houve tempo para uma rápida apresentação sobre esta tecnologia, as suas valências, uso pedagógico, potencial dos makerspaces nas bibliotecas escolares (os alunos monitores são surpreendentes), e condicionantes, com o nosso tradicional aviso a todos os curiosos e fascinados pela impressão 3D: não se deslumbrem, pesquisem, analisem e procurem a melhor razão para se atirarem ao fabuloso mundo da impressão 3D, para tirarem o melhor partido possível desta tecnologia.

No final, para grande surpresa nossa, os participantes aplaudiram. Suspeitamos que tenham ficado contentes e intrigados com esta sessão de formação.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Natal em 3D


A árvore de natal do Centro de Recursos Poeta José Fanha, este ano, tem um pormenor high tech. Os elementos decorativos foram modelados pelos alunos do LCD_AEVP nos tablets, e impressos na impressora 3D da biblioteca.


Os nossos alunos utilizaram o FormIt e o Sculpt+ para criar as suas decorações.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Code Move PT


Não resistimos a deixar uma estrela impressa em 3D na árvore de natal do código no Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva. Estivemos presentes junto de instituições e clubes de programação e robótica no evento de encerramento da primeira iniciativa do Movimento Código Portugal, que durante a semana de 5 a 11 de dezembro colocou alunos de mais de mil escolas a programar.


Estivemos presentes como LCD_AEVP, o nosso clube de robótica, nascido das atividades das TIC em 3D e do projeto Fab@rts. Contámos com a presença de alguns dos alunos do clube, e da coordenadora do Centro de Recursos Poeta José Fanha.


O destaque no nosso espaço estava na impressão 3D, mostrando os que os nossos alunos têm feito em contexto de aula TIC, projectos interdisciplinares ou livremente, como actividade do clube. Optámos por levar a impressora do projecto Fab@rts, para divulgar as actividades do nosso sonhado e em construção makerspace na biblioteca da escola.


Também trouxemos um kit CodyRoby, para mostrar atividades de introdução à programação, a acompanhar as primeiras experiências com um kit LittleBits.


Montámos um pequeno circuito que acendia luzes sempre que o sensor ficava obscurecido.


De entre os muitos projectos patentes neste evento, um que nos é especialmente querido: o robot Anprino. Há poucos meses atrás era uma ideia na mente da Fernanda Ledesma da ANPRI e do Luís Dourado da AE Augusto Cabrita, ainda em malha poligonal na minha conta do Tinkercad. Hoje, é um enxame, e com apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, irá crescer ainda mais. É uma excelente sensação e um orgulho, estar a participar neste projecto.


Vamos fazer o trabalho de casa? Em fevereiro iremos ao RobôOeste, organizado pelo Clube de Robótica da Escola de S. Gonçalo, aprender a soldar, montar e programar um destes mecanismos. Os alunos do LCD_AEVP que estiveram presentes passaram pelo espaço, numa antevisão do que iremos fazer.


Aproveitámos o tempo do evento para imprimir trabalhos em curso. Agora, os projectos de casas ecológicas criados no âmbito do intercâmbio eTwinning Rainbow Village.


Uma das alunas do LCD_AEVP explica como se modela em 3D aos visitantes.


Os trabalhos dos alunos impressos em 3D em destaque. Thingmaker Design, Sketchup Make e Tinkercad foram as aplicações cujo potencial mostrámos.


Nestes eventos, não queremos que os nossos alunos fiquem no nosso espaço. Incentivamos a que visitem o evento, aprendendo e ganhando novas ideias. Quando dei por mim, estavam todos contentes a programar led pixels em Raspberry Pi...


Suspeito que tenho de investir num RasPi...


Fizemos algumas demonstrações de voo programado de drones, mas o local do nosso espaço, o varandim do átrio central do Pavilhão do Conhecimento, não nos pareceu oferecer condições de voo sem risco de quem estivesse no andar de baixo nos devolvesse peças de drone despenhado.


Entre impressões finais e de teste, o nosso projecto eTwinning segue com força.

Terminámos assim um dia de partilha e aprendizagem, tornado muito especial por estarmos acompanhados por alguns dos alunos que tornam o nosso incipiente clube de robótica um espaço tão divertido e prometedor. Um agradecimento especial aos seus pais e encarregados de educação, por ajudarem na logística de transportes e estarem também presentes connosco!

domingo, 20 de novembro de 2016

BAD Jobs


Estivemos presentes no BAD Jobs, mercado profissional de bibliotecas, arquivos e museus. O evento, com o tema Formação e Profissão: Que Futuro?, reuniu no espaço do mercado 31 de janeiro em Lisboa bibliotecários, arquivistas e documentaristas. Contou ainda com a presença de diversos projectos ligados às bibliotecas, promoção do livro e da leitura, arquivismo digital, promoção de literacias e bibliotecas escolares.

Estivemos presentes no âmbito do Fab@rts, projecto conjunto das TIC em 3D e Centro de Recursos Poeta José Fanha, possibilitado pelos prémios de mérito da Rede de Bibliotecas Escolares que dinamiza um makerspace no espaço da biblioteca escolar, para já centrado na impressão 3D e uso de tablets mas a começar a crescer para a robótica e programação. Uma aposta das equipes PTE e Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro, promovendo uma ideia de biblioteca aberta às literacias do século XXI, tornando acessíveis e próximas aos nossos alunos tecnologias avançadas, quer na óptica da divulgação quer na do estímulo à sua utilização.


A bancada do Fab@rts, completa com a impressora 3D do Centro de Recursos, amostras de objectos criados em TIC e também nos concursos promovidos no âmbito da Codeweek, livros alusivos ao tema, tablets com as principais apps com que trabalhamos (FormIt e Thingmaker Design). No Magalhães, uma apresentação do projecto.


Entre os diversos projectos divulgados durante o evento, interessou-nos especialmente o Newton Gostava de Ler!, de uma biblioteca escolar da zona de Sintra. A literacia científica é um dos seus eixos, e uma das vertentes que nos mostraram, o Difrat'arte, deu-nos ideias. Com óculos de 3D estereoscópico de chroma depth, pudemos ver desenhos e pinturas que se no papel eram em 2D, com os óculos ganhavam profundidade. Como? Graças à ciência da óptica. Os alunos do ensino básico, monitores que nos explicaram o como e o porquê deste efeito foram espantosos. Como referiu uma das monitoras, já no secundário, "desculpe algumas imprecisões, mas quem lhe explicou ainda não deu estas matérias na escola". Não notámos a diferença!


A curiosidade sobre a impressão 3D foi tema de conversa na nossa banca, com visitantes e participantes a descobrirem algo mais sobre esta tecnologia e o que se pode fazer com ela na escola. Em muitos casos, foi um primeiro contacto com a impressão 3D. Muitos dos visitantes ficaram incrédulos ao descobrir que este é um projecto educativo numa escola pública. Não são uma empresa é uma pergunta que ouvimos várias vezes.

Mais interessante foi a sede de aprender dos alunos monitores de outros projectos de escolas que vieram ter connosco a querer saber mais sobe a impressão 3D. Ao mostrarmos como se fazia, explicando como funciona a impressora, e como se modela em 3D, uma das alunas comentou, incisiva, "se eu tivesse aprendido isto quando tive TIC, não tinha saído de lá a achar que aquilo era inútil. Nós só aprendemos word, powerpoint e excel..." Ficou muito contente quando lhe falámos das escolas que apostam na robótica e programação para estimular a aprendizagem da tecnologia digital. 


Foi um dia de sábado passado a aprender e partilhar, junto de um público muito específico e num local algo peculiar. Diga-se que nestas aventuras da impressão 3D já temos andado por locais inesperados. Centros comerciais, palcos de auditórios, e agora junta-se à lista um mercado lisboeta, com o andar de baixo num bulício de venda de hortaliças, legumes e peixe. As nossas impressoras andam por sítios curiosos...

terça-feira, 8 de novembro de 2016

BAD Jobs


É por onde vamos estar no dia 19 de novembro, a demonstrar a tecnologia de impressão 3D e as nossas vertentes de utilização em contexto educativo.

A Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (BAD), em parceria com a Junta de Freguesia de Arroios, realiza nos dias 18 e 19 de novembro de 2016, no Mercado 31 de Janeiro, em Lisboa,  a 1ª edição do Mercado das Profissões BAD (Bibliotecas, Arquivos e Museus), intitulada BAD JOBS 2016 – Formação e profissão: que futuro?.

Lá estaremos, a mostrar as atividades do projecto TIC em 3D/Fab@rts. Para saber mais visitem a página da BAD Jobs 2016.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Vencedores do Concurso Codeweek 3D


Depois de uma semana de votação, já sabemos os vencedores do concurso Codeweek 3D: Imprime o Teu Brinquedo.


Cá estão os resultados da votação do concurso Codeweek 3D:
Codeweek 3D 01 - 2 votos
Codeweek 3D 02 - 1 voto
Codeweek 3D 04 - 1 voto
Codeweek 3D 07 - 5 votos
Codeweek 3D 08 - 6 votos
Codeweek 3D 09 - 20 votos
Codeweek 3D 10 - 29 votos
Codeweek 3D 12 - 1 voto
Codeweek 3D 13 - 6 votos
Codeweek 3D 14 - 4 votos
Codeweek 3D 16 - 1 voto
Codeweek 3D 18 - 3 votos
O primeiro classificado é o projeto 10, seguido dos projetos 09, 08 e 13. O próximo passo é aquecer as impressoras e tornar tangíveis as escolhas dos alunos que frequentam o Centro de Recursos.

Projecto 10

Projecto 09

Projecto 08

Projecto 13
 Todos os participantes estão de parabéns, saíram trabalhos espectaculares! E fica a promessa: dependente do tempo que tivermos disponível, iremos tentar imprimir mais destes trabalhos.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

E se ao entrar na Biblioteca...



... vir uma impressora 3D, sim, tranquilize-se. Está mesmo numa biblioteca.

Ainda não temos as condições desejáveis no espaço do Centro de Recursos, mas sentimos que não podíamos esperar mais. Iniciámos hoje a estruturação do nosso espaço Maker, criando para já um cantinho dedicado ao 3D. A impressora e o computador irão estar acessíveis, chegou ao CR bibliografia específica, e os tablets estão a ser utilizados pelos alunos, que estão a descobrir o 3D no Thingmaker Design. 


Estava na hora. Não houve inauguração nem cerimónia, simplesmente montámos o sistema e colocámos a imprimir. Agora é esperar que a curiosidade dos alunos faça o resto, gerando massa crítica de utilização. E a partir daí começar a crescer. O LCD_AEVP, Laboratório de Criatividade Digital que irá em breve arrancar no espaço, poderá dar uma ajuda...


Para já, temos no Centro de Recursos Poeta José Fanha um cantinho dedicado ao 3D. É o primeiro passo. Aproximar, possibilitar contacto, despertar a curiosidade. Sem grandes cerimoniais, mas quando a impressora iniciou o primeiro trabalho de impressão na biblioteca, havia um sentimento de a small step for a man...

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Workshop Fab@rts


 É simples, é um princípio. Decorreu ontem na sala de informática da EB1 da Venda do Pinheiro o primeiro workshop no domínio do projecto Fab@rts: O 3D nas mãos da Educação. Participaram cerca de dezasseis professores de diferentes áreas disciplinares, que tiveram aqui o seu primeiro contacto com a modelação e impressão 3D. O grande objectivo desta sessão foi despertar a atenção dos docentes para o potencial desta tecnologia, desafiando-os a ter ideias sobre como a poderão utilizar nos seus contextos específicos.

Apesar do Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro dispor de duas impressoras 3D, uma adstrita às TIC/Projecto TIC em 3D, e outra ao Fab@rts/Centro de Recursos, falta ainda fazer o trabalho de divulgação junto dos nossos docentes. Parte deles já conhece e está habituado às actividades com impressão 3D, mas falta dar o necessário passo seguinte. Explorar o potencial desta tecnologia implica colocá-la nas mãos dos docentes, despertando-lhes a atenção, e desafiá-los a encontrar a sua faísca, o seu ponto de entrada que permita dinamizar actividades pedagógicas com esta tecnologia. Uma coisa é falar em abstracto do que é possível, outra é concretizar. Por cá, temos alguma experiência, mas demasiado restrita ao âmbito das TIC e das artes. Há que divulgar e desafiar outras áreas disciplinares.


O workshop foi leccionado em conjunto pelos professores coordenadores/dinamizadores das Bibliotecas Escolares do Agrupamento e Projecto TIC em3D.

A primeira boa surpresa foi a adesão dos participantes. Não esperava tantos, alguns muito insuspeitos. Tivemos cerca de dezasseis participantes, do primeiro ao terceiro ciclo, e vontade expressa por muitos outros que se tranquilizaram ao saber que este é o primeiro de uma série de iniciativas. Participantes que, sem experiência prévia de modelação 3D, se afadigaram a experimentar o Tinkercad, esforçaram-se por criar um objecto, e tiveram o prazer de o ver ser impresso durante o evento.

Minto, claro. Tenho ainda uns sete ou oito objectos para imprimir. Uma hora de impressão num workshop de três não dá vazão às encomendas.


Outro ponto interessante foi o permitir validar o conceito de abordagem nestes momentos. Isto é uma área nova, e trabalhamos sem referentes. Como é que se aborda? Quais são as metodologias mais adequadas? Penso que o carácter tangível da impressão 3D é mal servido se nos centrarmos unicamente nas perspectivas teóricas e possibilidades, com contemplação do funcionamento da máquina. É um princípio, mas temos que investigar e perceber como melhor transmitir o potencial desta tecnologia, focalizado nos contextos educativos. Outro elemento estruturante recai sobre a percepção que se a capacidade de descarregar modelos 3D para imprimir é importante (especialmente no contexto de disciplinas tradicionalmente mais teóricas), o verdadeiro potencial desta tecnologia só se revela quando aprendemos a modelar em 3D e seguramos nas nossas mãos os objectos que criámos.

O esquema que temos seguido até agora envolve um primeiro contacto com a impressora e seu modo de funcionamento, seguido de exploração teórica, finalizando com uma experiência prática de modelação 3D em Tinkercad. Este novo esquema, que queríamos experimentar no workshop previsto para Ílhavo (que não se realizou por doença minha), permite aos participantes aprender em 3D e terminar o workshop ou com o objecto na mão, ou pelo menos com a promessa da sua entrega.

A estrutura segue este esquema:
- Introdução à modelação 3D em Tinkercad, com um desafio específico de modelação simples. O porta-chaves personalizado, simples e individual, funcionou muito bem (cerca de uma hora).
- Exploração do lado técnico da impressão 3D: funcionamento e manutenção da impressora; preparação de impressão; técnicas de impressão 3D (cerca de trinta minutos, iniciando a impressão dos modelos produzidos na primeira parte).
- Abordagem às possibilidades e potencialidades da impressão 3D, definindo a tecnologia, experiências em contexto educacional, e condicionantes técnicas (tempo restante).
- Divulgação de repositórios digitais de conteúdo 3D (tempo restante).

O conceito funcionou, ficando validado. Na próxima sexta-feira, no workshop que será desenvolvido no XVI Encontro das TIC na Educação, vamos testar novamente e afinar a metodologia.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Hello World


É tradicional, sempre que se inicia um trabalho de aprendizagem de ferramentas digitais, começar com um Olá Mundo. Este é o nosso, registando a chegada da impressora 3D BEETHEFIRST que irá possibilitar o trabalho neste projecto.